Só por hoje eu não quero mais chorar
Só por hoje eu espero conseguir
Aceitar o que passou o que virá
Só por hoje vou me lembrar que sou feliz
Hoje já sei que sou tudo que preciso ser
Não preciso me desculpar e nem te convencer
O mundo é radical
Não sei onde estou indo
Só sei que não estou perdido
Aprendi a viver um dia de cada vez
Só por hoje eu não vou me machucar
Só por hoje eu não quero me esquecer
Que há algumas pouco vinte quatro horas
Quase joguei a minha vida inteira fora
De tudo o que existe, O mais importante está dentro de você. São as suas qualidades de coragem, Confiança e amor que querem brilhar, Produzir resultados, dar-lhe saúde e paz. Ponha-as em uso, visando realização, Melhoria e pacificação, E verá fluírem de dentro Como um pássaro restituído à liberdade. Renove-se. Trabalhe com confiança.
Aja com fé no dia de hoje e no de amanhã. Confie nas suas qualidades , Porque são de Deus. Tudo melhora por fora Para quem melhora por dentro. Você é um pássaro preso Quando prende as suas qualidades. Por isso, voe, mas voe bem alto E verá do que você é capaz...
José Bezerra da Silva (Recife, 23 de fevereiro de 1927 — Rio de Janeiro, 17 de janeiro de 2005) foi um cantor, compositor e violonista, percussionista e interprete brasileiro dos gêneros musical Coco e Partido Alto, sub-gêneros do Samba. Considerado o embaixador dos morros e favelas, cantou sobre os problemas sociais encontrados dentro das comunidades, se apresentando no limite da marginalidade e da indústria musical, também é considerado um dos principais expoentes do samba do estilo partido alto.Nordestino, desde a infância foi ligado à música e sempre "sentiu" que apresentava o dom de tocar, causando atritos com a família.
O pai, da Marinha Mercante, saiu de casa quando Bezerra era pequeno, vindo morar no Rio de Janeiro. Com isso, depois de ingressar e ser expulso da Marinha Mercante, descobriu o paradeiro do pai e veio atrás dele. Causando mais atritos com o pai, foi morar sozinho, no Morro do Cantagalo, trabalhando como pintor na construção civil. Juntamente, era instrumentista de percussão e logo entrou em um bloco carnavalesco, onde um dos componentes o levou para a Rádio Clube do Brasil, em 1950.
Durante sete anos viveu como mendigo nas ruas de Copacabana, onde tentou suicídio e foi "salvo" por um Santo da Umbanda, onde ele se tornou um praticante até ingressar numa Igreja Evangélica. A partir daí passou a atuar como compositor, instrumentista e cantor, gravando o primeiro compacto em 1969 e o primeiro LP seis anos depois.
Os casos de violência policial no Brasil – invariavelmente contras as populações menos abastadas ou contra grupos discriminados como os negros, as prostitutas, os travestis, homossexuais etc. – alcançaram há muito patamares intoleráveis. Ao final desse século, convivemos ainda com a prática da tortura sobre suspeitos ou presos comuns. O emprego da força e o uso de armas de fogo por parte das nossas polícias é, em regra, indiscriminado e abusivo. Na problemática apresentada, a questão da violência policial, impende analisar um tipo específico de violência, que é a violência política, mais especificamente a violência do poder ou violência de cima. Esta se funda sob o argumento de manutenção da ordem, repressão, terror, tirania, golpes etc. Trata-se da violência para se estabelecer o poder político, mantê-lo ou fazê-lo funcionar. A idéia de violência do poder é mais ampla que a violência de Estado. Com o progressivo desaparecimento das multidões espontâneas ou procedente de uma comunidade sem identidade afirmada nem objetivo claramente político em benefício de grupos definidos profissional e politicamente, sustentando posições determinadas, simultaneamente, a responsabilidade do controle e da repressão passa das Forças Armadas para as polícias. Nesse diapasão, se a violência política é mais organizada, a repressão torna-se mais seletiva e mais adaptada. Quando a revolta assume uma amplitude que chega a ameaçar o Estado, a repressão torna-se feroz e extensa. A intensidade e a ferocidade da repressão estão, na verdade, ligadas à vontade do Estado de afirmar a sua supremacia e o monopólio no poder. O chicote e o patíbulo foram os principais símbolos do Estado Moderno. As violências físicas, dentre elas se insere a violência policial, junto com o roubo são a maioria das existentes na criminalidade. O Estado, especialmente por suas polícias, está tradicionalmente no centro da análise da violência, vez que ele detém o monopólio da violência física. Um dos maiores desafios do controle democrático da violência e, por conseguinte, da instauração do Estado de direito nesta sociedade reside nesse monopólio estatal de violência física legítima. Isso porque esse desafio se apresenta sobre dupla tarefa: por um lado, o efetivo controle das forças repressivas do Estado – que no controle da ordem pública e da lei pelo uso da violência, não pode deixar de respeitar os direitos humanos do cidadão, nem utilizá-la com abuso de poder – e, por outro, o efetivo controle da violência endêmica da sociedade civil. Noutro giro, o Estado, pela intervenção de seus agentes, pode praticar ou encobrir uma violência ilegítima, excessiva, contrária a seu discurso oficial, como acontece, por exemplo, em países democráticos onde existe a tortura, os abusos policiais etc. Esses excessos policiais, desencadeados por meio da violência policial, ensejam em ódio e raiva de quem é paciente dela, pelo forte sentimento de injustiça, vez que quem deveria protegê-los é quem os atacam. Assim, o uso da força por policiais é permitido para o controle da ordem pública e cumprimento da lei. Destarte, este uso deve ser moderado e sofrer um rigoroso controle a fim de que sejam evitados o abuso de poder e violações aos direitos fundamentais. Por derradeiro, pode-se dizer que a violência policial, como alhures analisado, enseja a na ausência e a inviabilidade de interação entre a polícia e a sociedade. Reciprocamente, surge uma aniquilação de ambos como ser humano. Deixa de existir alteridade entre eles. Sinalagmaticamente, o cidadão é visto pela polícia por rótulos, objetivado, transformado em algo e, por outro lado, o cidadão também rotula o policial e o objetiva, o transformando, da mesma forma, num objeto. E por ser uma questão de agressão e maus tratos, a violência policial deixa marcas duradouras.
É assim chamado por causa do som que emite ao ser aquecido no processamento. É uma forma de cocaína altamente viciadora e extremamente potente . Pode desencadear um pernicioso rompante de violência, diferente das outras substâncias. Os traficantes vendem pedacinhos do tamanho de bolinhas em diminutos frascos de plástico por apenas 5 ou 10 dólares. O n.º de bebes deformados entre os usuários vem se avolumando. O Ice é uma espécie de metanfetamina produzido em laboratórios á base de substâncias químicas cujo o efeito dura até 24 horas. As alucinações podem permanecer após 2 anos após o tratamento.
Chocolate ao Leite Mistura que dá prazer Os corpos viciados... de tanto se envolver O leite quente saboroso... Alimenta uma paixão Na fábrica da Ilusão... Chocolate ao Leite Dá ao homem e a mulher O poder da sedução Leite sobre o chocolate Em barras se pode provar... Lambe-se até os lábios Quando se aprende a amar.
Quer umα gαrotα perfeitα(?) Comρrα umα Bαrbie .
' αrticulαdα, lindα, mαniρulαdα e não pensα²
* porque eυ tenho defeitos, personαlidαde própriα e
cαpαcidαde mentαl.
Não ! Eu não sou ρerfeitα³ como αs mulheres nαs
revistαs; nem metidα como imaginou;
- Sou αpenαs umα 'pequenα gαrotα; com grαndes sonhos(!)
•Antees de mii criiticar me supere Okaay?!
• α diferençαα entre eu e α Cinderelαα (?)
meu encαntoo nαo αcαbα α meiα noitee